EMS pede aumento de imposto para importação de canetas emagrecedoras
A farmacêutica EMS pediu à Câmara de Comércio Exterior (Camex), em setembro, o aumento da alíquota de importação das chamadas canetas emagrecedoras que chegam prontas do exterior.
A empresa quer que o imposto sobre os medicamentos classificados como agonistas de GLP-1 passe de 7,2% para 15%. A mudança representa uma elevação de 108% na alíquota.
O movimento ocorre após a EMS lançar uma linha própria de medicamentos à base de semaglutida.
A eventual mudança pode atingir empresas que importam canetas com a mesma substância, entre elas Novo Nordisk, Hypera, Sandoz e Eurofarma.
A EMS argumenta que existe uma diferença entre a tributação do produto acabado importado e a de componentes utilizados na fabricação dos medicamentos.
Segundo a empresa, itens como o corpo da caneta, a tampa e o fenol têm alíquotas de importação que variam entre 12% e 18%.
O pedido ainda depende de análise no âmbito da Camex.




