Justiça dá prazo de 60 dias para estudos sobre erosão na Ilha do Cardoso
A Justiça determinou que o Governo de São Paulo e a Fundação Florestal concluam, em 60 dias, os estudos técnicos e ambientais sobre a erosão na Praia do Pereirinha, localizada no Parque Estadual da Ilha do Cardoso, em Cananeia, no litoral sul paulista.
A decisão também exige a continuidade das ações de contenção no Estreito do Melão. O cordão arenoso da região passou de 94,5 metros de largura, em 2019, para apenas 13 metros em fevereiro de 2026.
Proferida em 1º de outubro, a sentença determina ainda a apresentação de um cronograma para a execução das medidas consideradas viáveis. O descumprimento injustificado poderá resultar em multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 100 mil.
De acordo com a Fundação Florestal, as obras de dragagem e o reposicionamento de sedimentos para recompor e estabilizar a faixa de areia atingiram 50% de execução. O projeto, que conta com a participação da SP Águas, está avaliado em R$ 12 milhões.
A erosão se intensificou em 2018, quando o rompimento de um esporão arenoso abriu uma nova barra no Canal do Ararapira. O texto original enviado termina nesse ponto, portanto não há informações suficientes para completar a explicação sobre as consequências desse processo.




