Fragilidade no combate à violência contra a mulher na Baixada Santista

Levantamento realizado com as prefeituras das nove cidades da Baixada Santista revela dificuldade de  enfrentamento à violência contra a mulher. Não há um padrão definido de atendimento, investimento ou monitoramento entre os municípios.

Enquanto algumas cidades avançam na criação de políticas públicas e ampliação de serviços, outras ainda operam com soluções improvisadas, muitas vezes dependentes de convênios estaduais ou iniciativas isoladas. A falta de padronização impacta diretamente na efetividade das ações, que em muitos casos são reativas, ocorrendo apenas após episódios graves, sem foco estruturado na prevenção.

Apenas Santos e Cubatão possuem estruturas dedicadas. Em Cubatão, no entanto, a secretaria é recente e ainda está em fase de consolidação, atuando de forma integrada com outras áreas da administração.

Já em Peruíbe e Mongaguá, não há secretaria específica, e as ações se concentram em conselhos municipais ou iniciativas pontuais, sem uma estrutura administrativa própria.

Por:Redação