As principais notícias internacionais

Itamaraty revoga visto de assessor de Trump que pretendia visitar Bolsonaro no Brasil

O Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, revogou o visto de Darren Beattie, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsável por temas relacionados ao Brasil.

Beattie tinha uma viagem marcada ao país na próxima semana e pretendia visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha, em Brasília.

O pedido para a visita já havia sido negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por autorizar esse tipo de encontro.

Em comunicado, o governo brasileiro afirmou que a decisão de cancelar o visto segue o princípio de reciprocidade adotado nas relações internacionais, inclusive pelos próprios Estados Unidos.

Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que Beattie só poderá entrar no Brasil quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também tiver autorização para entrar em território norte-americano.

Foto-divulgação -Darren Beattie-assessor do presidente dos Estados Unidos

Templo judaico é alvo de disparos em Michigan; autoridades investigam ataque.

Um templo judaico foi alvo de disparos na cidade de West Bloomfield Township, nesta quinta-feira (12). O ataque ocorreu no Temple Israel.

A governadora de Michigan, Gretchen Whitmer, afirmou nas redes sociais que está acompanhando o caso e que a Polícia Estadual trabalha para reunir mais informações sobre o ocorrido.

Até o momento, não há confirmação de pessoas feridas. Em sua manifestação, Whitmer classificou o episódio como devastador e destacou que a comunidade judaica deve poder viver e praticar sua fé com segurança.

Segundo ela, o antissemitismo e a violência não têm lugar no estado.

A secretária do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Pam Bondi, informou que agentes federais foram enviados ao local para apoiar as autoridades da região enquanto as investigações continuam.

Ataques a navios no Golfo Pérsico fazem petróleo atingir 100 dólares por barril

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira, chegando a atingir 100 dólares por barril após novos ataques a navios cargueiros no Golfo Pérsico, em meio à guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.

Segundo relatos iniciais, dois petroleiros foram atingidos por um “projétil desconhecido” perto do Iraque, enquanto um navio porta-contêineres foi atacado próximo aos Emirados Árabes Unidos.

A alta ocorre mesmo após a decisão de 32 países de liberar cerca de 400 milhões de barris de reservas emergenciais para tentar acalmar o mercado internacional de energia.

Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os preços cairiam e disse que o petróleo “vai cair mais do que qualquer um imagina”.

Enquanto isso, no Líbano, novos ataques israelenses deixaram mortos na região da orla de Beirute, incluindo pelo menos oito vítimas.

Instalação artística em Washington retrata Donald Trump e Jeffrey Epstein

Uma nova instalação de arte foi colocada nesta semana em frente ao Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, D.C., nos Estados Unidos.

A obra é do coletivo anônimo Secret Handshake e retrata o ex-presidente Donald Trump ao lado do financista Jeffrey Epstein.

Intitulada “Rei do Mundo”, a instalação recria uma cena icônica do filme Titanic, inspirada nos personagens Jack e Rose, que aparecem na proa do navio.

Placas colocadas ao lado da escultura fazem referência a alegações de ligações sociais entre Trump e Epstein. A instalação também inclui uma fileira de grandes outdoors com imagens dos dois homens juntos.

Navio porta-contêineres britânico é atingido por projétil no Estreito de Ormuz

Um navio porta-contêineres britânico foi atingido por um projétil no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.

O incidente ocorreu nas proximidades de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e provocou um incêndio na embarcação.

De acordo com a Divisão de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido, toda a tripulação foi evacuada com segurança. Até o momento, não há informações sobre feridos.

Irã diz que aguarda frota naval dos EUA no Estreito de Ormuz

Um porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou que as Forças Armadas do país estão aguardando a frota naval dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.

A declaração foi feita na noite desta segunda-feira (9), no horário de Brasília, pelo major-general Ali Mohammad Naeini, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana.

De acordo com o militar, o desfecho do atual cenário de tensão na região “está nas mãos do Irã”. Naeini também afirmou que as forças iranianas aguardam a chegada do porta-aviões americano Gerald Ford ao estreito.

As declarações são interpretadas como uma resposta a comentários recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que falou sobre a proteção do Estreito de Ormuz, área considerada estratégica para o comércio global de petróleo.

Mojtaba Khamenei é escolhido novo líder supremo do Irã após morte de Ali Khamenei

A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo (8) a escolha do novo líder supremo da Irã. O cargo será ocupado por Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei.

A decisão foi tomada pelo órgão religioso composto por 88 aiatolás, responsável por escolher o líder máximo do país. Mojtaba sucede o pai, que morreu em 28 de fevereiro após um bombardeio realizado por forças dos Estados Unidos e de Israel em Teerã.

O líder supremo é a autoridade política e religiosa mais poderosa da República Islâmica, responsável por decisões estratégicas do Estado, incluindo segurança, política externa e orientação das instituições do país.

Guerra entre Irã, EUA e Israel chega ao quinto dia com mais de mil mortos e ataques a navios

O conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel entrou no quinto dia nesta quarta-feira (4) com novos ataques e ampliação das operações militares na região.

A escalada do confronto também alcançou o Líbano, enquanto autoridades iranianas discutem a possibilidade de mudanças na liderança suprema do regime dos aiatolás.

Segundo a mídia estatal iraniana, o número de mortos no país após os ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel chegou a 1.045.

Em meio à escalada militar, o comandante da Marinha do Irã afirmou que mais de dez navios e petroleiros já foram atingidos desde o início da guerra.

De acordo com a autoridade militar, novos ataques podem atingir embarcações dos Estados Unidos e do Reino Unido que transportem cargas destinadas a Israel.

Trump diz que ofensiva dos EUA com Israel destruiu “praticamente tudo” no Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (3) que a ofensiva militar realizada em parceria com Israel destruiu “praticamente tudo” no Irã.

Segundo Trump, uma nova onda de ataques deve ocorrer “em breve”. A declaração amplia a tensão no Oriente Médio e provoca reação da comunidade internacional.

O presidente norte-americano também afirmou que pretende apoiar “alguém de dentro” do regime dos aiatolás para assumir o controle do país. Ele declarou ainda que “a maior parte das pessoas que tínhamos em mente para assumir morreu”.

As falas reforçam o cenário de instabilidade geopolítica na região.

Guerra entre EUA, Israel e Irã já deixa 787 mortos, segundo mídia estatal iraniana

O número de mortos no Irã subiu para 787 no quarto dia da guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã.

O novo balanço foi divulgado nesta terça-feira (3) pela mídia estatal iraniana, com base em informações do Crescente Vermelho, braço da Cruz Vermelha que atua no atendimento a vítimas no Oriente Médio.

A atualização foi anunciada poucas horas após o início de novos bombardeios israelenses contra Teerã, capital do país.

Autoridades alertam que as mortes registradas nos ataques mais recentes ainda podem não ter sido totalmente contabilizadas, o que indica que o número pode aumentar nos próximos dias.

O conflito amplia a instabilidade regional e mantém a comunidade internacional em alerta diante do risco de escalada militar.