As principais notícias internacionais

Presidente do Equador, Daniel Noboa, sofre atentado

O presidente do Equador, Daniel Noboa, sofreu um atentado enquanto chegava para um evento na região central do país. De acordo com o governo equatoriano, o carro oficial foi atingido por pedras e também teria marcas de tiros. O episódio ocorreu em meio à onda de protestos contra o corte de subsídios ao diesel, medida que elevou o preço do combustível. O governo classificou parte das manifestações como atos terroristas e prometeu penas de até 30 anos de prisão aos envolvidos. Noboa também declarou, sem apresentar provas, que grupos criminosos, como a quadrilha venezuelana Tren de Aragua, estariam infiltrados nas mobilizações.

Parlamento de Portugal aprova nova lei dos estrangeiros

O Parlamento de Portugal aprovou nesta terça-feira a nova Lei dos Estrangeiros, com regras mais rigorosas para imigração, que havia sido bloqueada pelo Tribunal Constitucional.
O tribunal havia apontado inconstitucionalidades na versão original, mas o governo apresentou projeto reformulado em 24 de setembro. A lei segue agora para sanção do presidente Marcelo Rebelo de Sousa. Entre as regras mantidas, está a exigência de que imigrantes com autorização de residência em Portugal esperem dois anos para solicitar o reagrupamento familiar, ou seja, a vinda de cônjuges ao país.

Trump anuncia novas tarifas para importações nos EUA

O presidente Donald Trump anunciou novas tarifas sobre importações que passam a valer a partir de 1º de outubro.

Produtos farmacêuticos, caminhões pesados, móveis e itens de cozinha e banheiro estarão sujeitos a taxas adicionais.

Segundo Trump, a medida busca proteger fabricantes locais e também foi justificada por “razões de segurança nacional”. O anúncio foi feito em sua rede social.

França condena ex-presidente Nicolas Sarkozy a cinco anos de prisão por associação criminosa

A Justiça francesa condenou nesta quinta-feira (25) o ex-presidente Nicolas Sarkozy, de 70 anos, a cinco anos de prisão por associação criminosa, em caso relacionado ao financiamento ilegal de sua campanha eleitoral de 2007 pelo governo da Líbia.

Apesar da condenação, Sarkozy foi absolvido de todas as outras acusações, incluindo corrupção passiva, e considerado inocente de ter recebido dinheiro do falecido ditador líbio Muammar Khadafi para sua campanha.

A decisão encerra anos de investigações sobre supostas irregularidades financeiras durante a eleição que levou Sarkozy à presidência da França, reforçando o esforço do sistema judicial francês em apurar desvios e crimes eleitorais.

Arquiteto chinês Konjian Yu morre em queda de avião no Pantanal

Quatro pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte na zona rural de Aquidauana, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, na noite desta terça-feira (23). Entre as vítimas está o arquiteto chinês Konjian Yu, professor da universidade de Pequim e diretor do escritório Turenscape, considerado um dos mais importantes do mundo.

Yu ganhou reconhecimento internacional pelo conceito das chamadas “cidades-esponja”, projetadas para absorver grandes volumes de água e reduzir impactos de enchentes nas áreas urbanas. Consultor do governo chinês, ele desenvolveu projetos premiados em mais de 70 cidades, se tornando referência mundial em soluções urbanas baseadas na natureza.

Supertufão Ragasa paralisa Hong Kong e provoca retirada de moradores na China

Hong Kong ficou paralisada nesta terça-feira (23) devido ao Supertufão Ragasa, considerado o ciclone tropical mais forte do mundo em 2025.
As autoridades orientaram a população a permanecer em casa, e centenas de voos foram suspensos até quinta-feira. O fenômeno segue em direção à costa de Guangdong, devendo atingir Hong Kong, a China continental e Taiwan.
Na província de Guangdong, mais de 370 mil pessoas já foram retiradas de áreas de risco, segundo a agência Xinhua. A cidade emitiu o sinal de tufão oito, que resultou no fechamento de empresas e transportes, além do cancelamento de mais de 700 voos.

Brasil critica sanções americanas e pede respeito à soberania durante discurso

Em meio às tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, o presidente Lula defendeu a soberania nacional, criticou sanções impostas por Washington e lamentou a ausência da delegação da palestina.

Em seu pronunciamento, também condenou o conflito em gaza e destacou que ataques à independência do judiciário são inaceitáveis. O presidente acusou ainda setores da extrema direita de colaborarem com interferências externas.

Em discurso duro, o presidente dos Estados Unidos voltou suas críticas à organização das Nações Unidas. trump afirmou que, desde que retornou à Casa Branca, encerrou sete guerras e acusou a ONU de não resolver crises, mas sim de criar novas.

Segundo ele, a organização estaria até financiando invasões de fronteiras. Trump também direcionou alertas à Europa, afirmando que países do continente estariam sendo arruinados pela imigração.

Reino Unido reconhece Estado da Palestina um dia antes da ONU

O Reino Unido reconheceu oficialmente o Estado da Palestina neste domingo, um dia antes da Assembleia Geral da ONU em Nova York. O gesto de Londres tem forte peso simbólico, já que o país foi protagonista na criação de Israel após a Segunda Guerra Mundial e mantém aliança histórica com o país.
Portugal também deve formalizar o reconhecimento. Segundo o primeiro-ministro Keir Starmer, a medida busca “reavivar a esperança de paz” entre israelenses e palestinos e reforçar a solução de dois estados.

 

Macron vai à justiça para defender primeira-dama de fake news

O presidente da França, Emmanuel Macron, e a primeira-dama, Brigitte, vão apresentar provas fotográficas e laudos médicos em tribunal dos Estados Unidos para contestar declarações da influenciadora Candace Owens, que afirmou acreditar que Brigitte nasceu homem. Segundo o advogado do casal, Tom Clare, as alegações são “profundamente perturbadoras” e serão rebatidas com testemunhos de especialistas.

Obama alerta para crise política nos eua após assassinato de ativista

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou para uma “crise política sem precedentes” após o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, aliado de Donald Trump.

Em evento na Pensilvânia, Obama disse discordar das ideias de Kirk, mas classificou o crime como uma tragédia. Ele também criticou declarações de Trump contra opositores e citou presidentes republicanos do passado que priorizaram a unidade nacional em momentos de tensão.