As principais notícias internacionais

Papa Francisco morre aos 88 anos; Vaticano confirma falecimento nesta madrugada

O Vaticano confirmou, nesta madrugada, a morte do papa Francisco, aos 88 anos de idade. O falecimento foi registrado às duas e trinta e cinco da manhã, pelo horário de Brasília.

Jorge Mario Bergoglio, nascido em Buenos Aires, na Argentina, fez história como o primeiro papa latino-americano e também o primeiro jesuíta a assumir o comando da Igreja Católica.

Ele ocupava o cargo há quase 12 anos, sendo o 266º papa da história.

Francisco foi eleito em março de 2013, após a renúncia de Bento 16 — uma situação rara nos tempos modernos. Ao longo do seu pontificado, foi reconhecido pelo discurso de simplicidade e pelo esforço em aproximar a Igreja dos fiéis.

Nos últimos meses, o papa enfrentava problemas de saúde, incluindo uma bronquite que o manteve hospitalizado por cerca de 40 dias. O quadro se agravou em fevereiro, quando o Vaticano informou que ele lutava contra uma infecção considerada complexa.

Até o momento, não há detalhes sobre o funeral. A Igreja Católica deve se reunir nas próximas semanas para definir quem será o novo papa.

China cobra fim das tarifas dos EUA e reage com retaliação.

O Ministério do Comércio da China pediu neste domingo que os Estados Unidos eliminem por completo as tarifas sobre produtos chineses. O comunicado veio após o presidente americano, Donald Trump, anunciar, na sexta-feira, a isenção de taxas para computadores, celulares e eletrônicos; medida que, segundo especialistas, beneficia principalmente empresas de tecnologia dos próprios Estados Unidos, como Nvidia, Dell e Apple.

Apesar da isenção, a maioria dos produtos chineses segue enfrentando tarifas que somam 145% para entrar no mercado americano. A China chamou o gesto de Trump de “pequeno passo” e afirmou que ainda avalia os impactos da decisão.

O aumento das tarifas tem marcado as últimas semanas. No início do mês, Trump subiu as taxas sobre produtos chineses em 125%, somando-se aos 20% já em vigor desde março. Além da China, outros países, como o Brasil, também foram atingidos por novas tarifas de até 10%.

Em resposta, Pequim aplicou uma retaliação equivalente: desde sábado(12/04), produtos norte-americanos também pagam 125% de tarifa para entrar na China.

Trump assina decreto que libera uso de água em chuveiros e critica antigas regras

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto nesta quarta-feira alterando regras sobre o consumo de água em chuveiros, torneiras e eletrodomésticos.

A medida revoga normas adotadas durante os governos Obama e Biden, que limitavam o fluxo de água para economizar recursos.

Trump, que já criticava essas restrições, afirmou que elas eram exageradas e dificultavam até o banho, fazendo referência ao próprio “lindo cabelo”, segundo suas palavras.

A Casa Branca, em nota, disse que a decisão devolve aos americanos a “liberdade de tomar banho” e acaba com o que chamou de “guerra da esquerda contra a pressão d’água”.

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Trump triplica taxa de importação e acaba com isenção para produtos da China

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu fim à isenção de impostos para produtos importados da China, como os vendidos por empresas como Shein e Temu. Com a mudança, encomendas de até 800 dólares, que antes não pagavam imposto, agora podem ter tarifas de até 90% sobre o valor total.

A medida foi anunciada oficialmente pela Casa Branca nesta terça-feira, dia 8. As novas tarifas entram em vigor já nesta quarta-feira, dia 9. Inicialmente, a cobrança seria de até 30% por item, com previsão de aumento para 50% em junho — mas Trump decidiu antecipar e endurecer ainda mais, com tarifas que ultrapassam 100%.

A China reagiu dizendo que não pretende voltar atrás e está pronta para responder aos aumentos. Em nota, afirmou que “em uma guerra comercial, não há vencedores”

China relembra Reagan para criticar tarifas de Trump

A Embaixada da China nos Estados Unidos publicou nesta segunda-feira um vídeo antigo, de 1987, em que o ex-presidente Ronald Reagan critica a imposição de tarifas sobre importações. Reagan, que assim como Donald Trump era do Partido Republicano, defendia o comércio livre e criticava barreiras econômicas.

A publicação acontece enquanto a guerra comercial entre os dois países esquenta. Trump anunciou tarifas de 34% sobre produtos chineses, alegando que precisa proteger a indústria americana. A China reagiu na mesma moeda, aplicando taxas do mesmo valor sobre produtos dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, Trump voltou à carga e ameaçou elevar ainda mais as tarifas, chegando a 50%, caso a China não recue. A tensão segue aumentando, e o gesto da China parece lembrar que até líderes americanos do passado já foram contra esse tipo de política.

Lula garante que Brasil está preparado para impacto externo

O Lula assegurou nesta segunda-feira (7/04), durante evento em Cajamar em São Paulo, que o Brasil está financeiramente preparado para enfrentar possíveis impactos de decisões econômicas dos Estados Unidos.

A declaração foi feita em meio à repercussão do chamado “tarifaço” anunciado pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump, que tem causado instabilidade em bolsas de valores ao redor do mundo.

Lula destacou que, mesmo diante de um cenário externo conturbado, o Brasil possui reservas internacionais suficientes, o que garante maior estabilidade à economia.

Ele também reafirmou sua confiança no desempenho econômico do país e projetou que o crescimento em 2025 será superior ao estimado. Para ele, a retomada da economia brasileira ocorrerá com base em investimentos internos e independência das movimentações internacionais.

Trump ameaça China com nova rodada de tarifas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um novo alerta à China. Ele disse que, se o governo chinês não voltar atrás no aumento de 34% nas tarifas comerciais, anunciado na semana passada, os americanos vão reagir com uma elevação ainda maior: um reajuste de 50% nas taxas sobre produtos chineses, já a partir desta terça-feira.

Segundo Trump, a medida é uma resposta às práticas comerciais que ele chama de injustas. Em publicações nas redes sociais, o presidente afirmou que essa é uma oportunidade para os Estados Unidos corrigirem o que, segundo ele, deveria ter sido feito há décadas.

Trump também adiantou que outros países já pediram reuniões para discutir o impacto dessas tarifas, e que esses encontros devem começar imediatamente.

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Papa Francisco reaparece após recuperação de pneumonia

O Papa Francisco reapareceu em público neste domingo, após duas semanas afastado em razão da pneumonia. Aos 88 anos, o pontífice surgiu na Praça de São Pedro, no Vaticano, em uma cadeira de rodas, e foi recebido com aplausos por fiéis que lotavam o local.

Essa foi a primeira aparição do Papa desde o dia 23 de março, quando recebeu alta de um hospital em Roma. A presença dele pegou a todos de surpresa no encerramento de uma missa especial dedicada ao Jubileu da Igreja Católica. Francisco acenou, desejou um “feliz domingo” à multidão e chegou a sorrir, mesmo com a voz ainda fraca e o auxílio de oxigênio.

O Papa passou mais de cinco semanas em tratamento e estava afastado inclusive da tradicional oração dominical desde o dia 9 de fevereiro.

A retomada da aparição pública é vista como um sinal de melhora no estado de saúde do líder da Igreja Católica, embora o Vaticano siga monitorando sua recuperação com cautela.

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China reage e impõe tarifa de 34% sobre produtos dos EUA

A tensão entre China e Estados Unidos voltou a crescer!

Nesta sexta-feira, o governo chinês anunciou que vai aplicar uma tarifa de 34% sobre todos os produtos que chegam do mercado americano.

A medida é uma resposta ao chamado “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que na quarta-feira também decidiu subir impostos sobre produtos chineses ;exatamente na mesma proporção: 34%.

Segundo o ministro das Finanças da China, essa nova tarifa começa a valer a partir da próxima quinta-feira, dia 10.

Essa guerra comercial entre as duas maiores potências do mundo já começa a preocupar investidores e está provocando reações negativas nos mercados globais.

Dólar cai 1% com temores de recessão após novas tarifas de Trump

O dólar registrava forte queda nesta quinta-feira (3/04), acompanhando a desvalorização da moeda norte-americana no exterior.

O movimento ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar novas tarifas, gerando preocupações sobre uma recessão global.

Às 13h, o dólar à vista caía 1%, cotado a R$ 5,6020, revertendo a alta de 0,23% do dia anterior.

As medidas mais agressivas do que o esperado intensificaram a aversão ao risco nos mercados.

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