Operação investiga venda de medicamentos contra o câncer falsificados em São Paulo
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, e a Polícia Civil deflagraram nesta quinta-feira (5) a segunda fase da Operação Laziosi. A investigação apura um esquema de comercialização de medicamentos oncológicos falsificados e suspeitas de lavagem de dinheiro.
Segundo documentos da investigação, a distribuidora Nacionalfarma, localizada em Araraquara, continuou funcionando mesmo após a primeira fase da operação, realizada em novembro de 2024.
Em março deste ano, a Vigilância Sanitária de Araraquara informou que a empresa permanecia em atividade e que sua responsável dificultava as fiscalizações. Uma diligência realizada em outubro confirmou que a distribuidora continuava operando.
O caso começou em 2024, depois que um fabricante identificou a venda de um medicamento imunoterápico falsificado a um hospital da capital paulista.
Laudos apontaram que o produto não continha o princípio ativo e confirmaram a falsificação.




