As principais notícias internacionais

Viktor Orbán diz que Rússia já venceu guerra e critica União Europeia

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou que a Rússia já venceu a Ucrânia e que o ocidente terá de reconhecer essa situação mais cedo ou mais tarde. Ele também criticou a União Europeia, dizendo que o bloco faz a europa parecer “ridícula e patética” ao solicitar uma declaração favorável à inclusão ucraniana nas negociações de paz.

EUA revogam vistos de membros do governo brasileiro e da OPAS

O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta quarta-feira (13) a revogação de vistos de vários membros do governo brasileiro. Entre eles, estão Mozart Júlio Tabosa Sales, secretário do ministério da saúde, e Alberto Kleiman, ex-funcionário do governo. Segundo Rubio, os EUA também vão impor restrições a funcionários e ex-funcionários da Organização Pan-americana da Saúde (opas) e a seus familiares, por suspeita de participação em um esquema de exploração de médicos cubanos no programa mais médicos.

Temporada de furacões

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos manteve a previsão de que a temporada de furacões no Atlântico em 2025 terá atividade acima do normal.
A expectativa é de 13 a 18 tempestades até novembro.
Dessas, de cinco a nove podem se transformar em furacões, com ventos superiores a 119 km/h, incluindo entre dois e cinco grandes furacões, que apresentam ventos acima de 179 km/h.

O Ministério das Relações Exteriores manifestou pesar pela morte do senador colombiano Miguel Uribe

O Ministério das Relações Exteriores manifestou pesar pela morte do senador colombiano Miguel Uribe, ocorrida nesta segunda-feira. Aos 39 anos, ele era pré-candidato presidencial de direita e foi baleado em 7 de junho durante um comício em Bogotá. Após dois meses internado, Uribe estava em estado crítico desde sábado, devido a uma hemorragia no sistema nervoso central. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificou a morte como “uma triste página da história” e mais um ataque à democracia.

Primeiro-ministro israelense promete “terminar o trabalho” contra o Hamas em Gaza

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo, dia 10, que Israel não tem outra saída a não ser “terminar o trabalho” e derrotar o Hamas, devido à recusa do grupo palestino em desarmar.
Em entrevista coletiva, Netanyahu revela que os novos planos de ofensiva em Gaza visam atacar dois redutos restantes do Hamas.
Na sexta-feira, dia 8, o gabinete de segurança de Israel aprovou o plano para ocupar a cidade de Gaza, depois de negociações fracassadas de cessar-fogo.

O Hamas considera a decisão um “crime de guerra” e acusa Israel de ignorar o destino dos reféns, após vídeos que mostraram reféns em condições fracas e desnutridas, gerando protestos entre as famílias israelenses.

Donald Trump anuncia medidas para combater crime violento em Washington, D.C.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que vai anunciar, nesta segunda-feira, medidas para combater o crime violento em Washington, D.C.
A capital americana registra cerca de 41 assassinatos por 100 mil habitantes.
A declaração foi feita depois do envio de agentes federais para a cidade e de ameaças de que o governo poderia retomar o controle federal, como era até 1973.
Segundo Trump, Washington é hoje uma das cidades mais violentas do mundo, mas ele promete que, em breve, será uma das mais seguras.

Pressão internacional cresce por cessar-fogo em Gaza após crise humanitária

A pressão internacional pelo fim da guerra em Gaza ganha força. Imagens de palestinos sofrendo com a fome intensificaram a reação de países europeus.
Alguns dos principais aliados de Israel na Europa agora defendem o reconhecimento do Estado Palestino e anunciaram restrições na venda de armas a Tel Aviv.
A Alemanha, segundo maior fornecedor de armamento a Israel, anunciou que vai barrar exportações militares que possam ser usadas na Faixa de Gaza.
O país responde por cerca de um terço das armas recebidas por Israel. A decisão aumenta a pressão por um cessar-fogo e por negociações de paz na região.

Governo deve apresentar pacote de ações para enfrentar tarifas dos EUA ainda esta semana

O governo federal deve finalizar, já no início desta semana, um conjunto de ações para minimizar os efeitos das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos do Brasil.
A equipe do presidente Lula está debatendo um plano de resposta focado em proteger a economia nacional e reduzir os impactos para empresas brasileiras afetadas pela decisão do presidente americano, Donald Trump, que aumentou para 50% os impostos sobre determinadas exportações brasileiras.
As possíveis medidas vêm sendo analisadas por diversos ministérios e devem ser apresentadas hoje ao presidente.
Segundo informações de bastidores, a divulgação oficial do pacote de ações está prevista para amanhã, dia 12.

Vladimir Putin, não deve aceitar o ultimato imposto por Donald Trump

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, não deve aceitar o ultimato imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabelece prazo até esta sexta-feira para cessar fogo.

Segundo fontes próximas ao Kremlin, ouvidas pela agência Reuters, Putin segue firme na intenção de assumir o controle total de quatro regiões ucranianas.

O clima de tensão internacional aumenta, enquanto os líderes não demonstram sinais de recuo.

Entram em vigor tarifas americanas de até 50% sobre produtos brasileiros

Hoje entram em vigor as novas tarifas de importação dos Estados Unidos para produtos vindos do Brasil.
A taxa, que agora chega a 50%, é resultado de um decreto assinado recentemente pelo presidente americano Donald Trump. Só essa nova medida adiciona mais 40% às tarifas já existentes.
Apesar do aumento expressivo, alguns itens ficaram de fora da cobrança, entre as exceções estão o suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e peças automotivas, fertilizantes e produtos da área energética.
A medida deve impactar diversos setores da economia brasileira, especialmente os que dependem do mercado americano para exportações. O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre uma possível reação.