As principais notícias internacionais

Trump assina decreto que libera uso de água em chuveiros e critica antigas regras

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto nesta quarta-feira alterando regras sobre o consumo de água em chuveiros, torneiras e eletrodomésticos.

A medida revoga normas adotadas durante os governos Obama e Biden, que limitavam o fluxo de água para economizar recursos.

Trump, que já criticava essas restrições, afirmou que elas eram exageradas e dificultavam até o banho, fazendo referência ao próprio “lindo cabelo”, segundo suas palavras.

A Casa Branca, em nota, disse que a decisão devolve aos americanos a “liberdade de tomar banho” e acaba com o que chamou de “guerra da esquerda contra a pressão d’água”.

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Trump triplica taxa de importação e acaba com isenção para produtos da China

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu fim à isenção de impostos para produtos importados da China, como os vendidos por empresas como Shein e Temu. Com a mudança, encomendas de até 800 dólares, que antes não pagavam imposto, agora podem ter tarifas de até 90% sobre o valor total.

A medida foi anunciada oficialmente pela Casa Branca nesta terça-feira, dia 8. As novas tarifas entram em vigor já nesta quarta-feira, dia 9. Inicialmente, a cobrança seria de até 30% por item, com previsão de aumento para 50% em junho — mas Trump decidiu antecipar e endurecer ainda mais, com tarifas que ultrapassam 100%.

A China reagiu dizendo que não pretende voltar atrás e está pronta para responder aos aumentos. Em nota, afirmou que “em uma guerra comercial, não há vencedores”

China relembra Reagan para criticar tarifas de Trump

A Embaixada da China nos Estados Unidos publicou nesta segunda-feira um vídeo antigo, de 1987, em que o ex-presidente Ronald Reagan critica a imposição de tarifas sobre importações. Reagan, que assim como Donald Trump era do Partido Republicano, defendia o comércio livre e criticava barreiras econômicas.

A publicação acontece enquanto a guerra comercial entre os dois países esquenta. Trump anunciou tarifas de 34% sobre produtos chineses, alegando que precisa proteger a indústria americana. A China reagiu na mesma moeda, aplicando taxas do mesmo valor sobre produtos dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, Trump voltou à carga e ameaçou elevar ainda mais as tarifas, chegando a 50%, caso a China não recue. A tensão segue aumentando, e o gesto da China parece lembrar que até líderes americanos do passado já foram contra esse tipo de política.

Lula garante que Brasil está preparado para impacto externo

O Lula assegurou nesta segunda-feira (7/04), durante evento em Cajamar em São Paulo, que o Brasil está financeiramente preparado para enfrentar possíveis impactos de decisões econômicas dos Estados Unidos.

A declaração foi feita em meio à repercussão do chamado “tarifaço” anunciado pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump, que tem causado instabilidade em bolsas de valores ao redor do mundo.

Lula destacou que, mesmo diante de um cenário externo conturbado, o Brasil possui reservas internacionais suficientes, o que garante maior estabilidade à economia.

Ele também reafirmou sua confiança no desempenho econômico do país e projetou que o crescimento em 2025 será superior ao estimado. Para ele, a retomada da economia brasileira ocorrerá com base em investimentos internos e independência das movimentações internacionais.

Trump ameaça China com nova rodada de tarifas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um novo alerta à China. Ele disse que, se o governo chinês não voltar atrás no aumento de 34% nas tarifas comerciais, anunciado na semana passada, os americanos vão reagir com uma elevação ainda maior: um reajuste de 50% nas taxas sobre produtos chineses, já a partir desta terça-feira.

Segundo Trump, a medida é uma resposta às práticas comerciais que ele chama de injustas. Em publicações nas redes sociais, o presidente afirmou que essa é uma oportunidade para os Estados Unidos corrigirem o que, segundo ele, deveria ter sido feito há décadas.

Trump também adiantou que outros países já pediram reuniões para discutir o impacto dessas tarifas, e que esses encontros devem começar imediatamente.

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Papa Francisco reaparece após recuperação de pneumonia

O Papa Francisco reapareceu em público neste domingo, após duas semanas afastado em razão da pneumonia. Aos 88 anos, o pontífice surgiu na Praça de São Pedro, no Vaticano, em uma cadeira de rodas, e foi recebido com aplausos por fiéis que lotavam o local.

Essa foi a primeira aparição do Papa desde o dia 23 de março, quando recebeu alta de um hospital em Roma. A presença dele pegou a todos de surpresa no encerramento de uma missa especial dedicada ao Jubileu da Igreja Católica. Francisco acenou, desejou um “feliz domingo” à multidão e chegou a sorrir, mesmo com a voz ainda fraca e o auxílio de oxigênio.

O Papa passou mais de cinco semanas em tratamento e estava afastado inclusive da tradicional oração dominical desde o dia 9 de fevereiro.

A retomada da aparição pública é vista como um sinal de melhora no estado de saúde do líder da Igreja Católica, embora o Vaticano siga monitorando sua recuperação com cautela.

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China reage e impõe tarifa de 34% sobre produtos dos EUA

A tensão entre China e Estados Unidos voltou a crescer!

Nesta sexta-feira, o governo chinês anunciou que vai aplicar uma tarifa de 34% sobre todos os produtos que chegam do mercado americano.

A medida é uma resposta ao chamado “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que na quarta-feira também decidiu subir impostos sobre produtos chineses ;exatamente na mesma proporção: 34%.

Segundo o ministro das Finanças da China, essa nova tarifa começa a valer a partir da próxima quinta-feira, dia 10.

Essa guerra comercial entre as duas maiores potências do mundo já começa a preocupar investidores e está provocando reações negativas nos mercados globais.

Dólar cai 1% com temores de recessão após novas tarifas de Trump

O dólar registrava forte queda nesta quinta-feira (3/04), acompanhando a desvalorização da moeda norte-americana no exterior.

O movimento ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar novas tarifas, gerando preocupações sobre uma recessão global.

Às 13h, o dólar à vista caía 1%, cotado a R$ 5,6020, revertendo a alta de 0,23% do dia anterior.

As medidas mais agressivas do que o esperado intensificaram a aversão ao risco nos mercados.

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Trump anuncia tarifa de 10% sobre importações do Brasil e reforça protecionismo

Ontem o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 10% sobre todas as importações do Brasil. Durante a coletiva, ele detalhou a aplicação de tarifas recíprocas para países que taxam produtos norte-americanos, estabelecendo que as taxas serão metade das cobradas por essas nações, com um mínimo de 10%.

Trump incentivou empresas estrangeiras a levarem suas fábricas para os EUA e declarou que a medida marca a “independência econômica” do país.

Além disso, novas tarifas, incluindo 25% sobre carros importados e produtos que não se enquadram no USMCA, o Acordo Estados Unidos-México-Canadá, que é um tratado de livre comércio que substituiu o NAFTA também entraram em vigor.

 

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Elon Musk e Casa Branca negam saída do governo Trump

O bilionário Elon Musk e a Casa Branca negaram, nesta quarta-feira, dois de abril , que ele esteja deixando o governo de Donald Trump. A declaração veio após o site americano “Politico” afirmar que Musk teria acertado sua saída e que a decisão já teria sido comunicada a aliados do presidente.

Atualmente, Musk lidera o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), onde busca reduzir gastos públicos. Em resposta à reportagem, ele chamou a informação de “falsa”, enquanto a porta-voz do governo, Karoline Leavitt, classificou a matéria como “lixo”.

Apesar da negativa, a lei limita o cargo de funcionário especial a 130 dias, o que significa que Musk teria que deixar o governo até o fim de maio. No entanto, segundo fontes da Casa Branca, ele pode continuar influente como conselheiro informal de Trump.

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